Autor: admin

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A janela de negócios da indústria automotiva brasileira está fechando?

Com a crescente onda de eletrificação dos veículos, é comum pensar que já não existe espaço para as fábricas de motores a combustão. Entretanto, ainda existe uma janela de negócio a qual o Brasil pode tirar vantagem. Enquanto o motor a combustão cai em desuso em países desenvolvidos, os países que ainda produzem veículos “à moda antiga” recorrem ao Brasil, que há décadas domina a manufatura de motores para veículos movidos a combustíveis fósseis. Apesar de lucrativo (por ora), é um sinal de que o Brasil ainda está muito atrasado no processo de eletrificação, que vem avançando a todo vapor pelo mundo – ou melhor, a toda corrente elétrica. De um modo ou de outro, a indústria automotiva brasileira deve aproveitar esse momento para ganhar fôlego, enquanto o Brasil não define quais caminhos adotará rumo à energia limpa, para que possa ser resiliente frente às futuras mudanças. Por mais confortável

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Aumento na demanda de caminhões no mercado nacional aquece a indústria de fundição

Com agosto batendo alta de +8,61% na venda de caminhões em relação ao mês anterior, a demanda por peças para sistema de câmbio e motor aumentou proporcionalmente. A Fupresa tem acompanhado essa curva, fornecendo componentes de alta complexidade, com tratamentos térmicos e até mesmo contando com montagem de conjuntos com microfundidos. Além de atender os principais fabricantes de caminhões, oferece excelência em peças e componentes microfundidos de alta complexibilidade para os segmentos de automóveis, motocicletas, máquinas agrícolas, alimentos, máquinas industriais, hospitalar, construção civil, armas leves e segurança, além de projetos personalizados, sendo uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, Conheça as vantagens exclusivas: Veja também: 3 motivos para escolher a Fupresa

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Conheça a tecnologia alemã que transforma um motor a diesel em um elétrico

O Cetrax 2 é um cubo metálico de 390 quilos que, com diversos conectores e um câmbio de três marchas, é capaz de converter um caminhão a diesel em um veículo elétrico. O kit pode ser adaptado a diversos caminhões, novos e antigos, com capacidade de carga entre 7,5 e 44 toneladas. Com 415cv e torque instantâneo, o Cetrax 2 requer baixa manutenção: só após muitos anos de uso que é recomendado realizar a troca do óleo refrigerador da caixa de câmbio. Apesar de mais pesado, a possibilidade de eletrificação oferece uma viagem silenciosa e sem emissão de fumaça. A proposta, além de uma solução para o consumidor final, pode ser uma alternativa econômica para montadoras, pois permite que os caminhões a combustão e elétricos sejam produzidos na mesma linha de montagem. A Fupresa atua como principal fornecedora de peças e componentes microfundidos para as mais conceituadas empresas fabricantes de

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3 motivos para escolher a Fupresa

A Fupresa S/A é uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, oferecendo excelência em peças e componentes microfundidos de alta complexibilidade para os segmentos de automóveis, motocicletas, caminhões, máquinas agrícolas, alimentos, máquinas industriais, hospitalar, próteses, construção civil, armas leves e segurança, além de projetos personalizados. Com um parque industrial de 9.500 m2, a fábrica possui capacidade de produção de 1.000.000 de peças acabadas/mês, sendo estas microfundidas, usinadas, testadas e preparadas para entrega, todas com padrão de qualidade capaz de atender os mercados mais exigentes do mundo. Tecnologia de ponta O processo de injeção conta com máquinas injetoras importadas de última geração e moldes fabricados em alumínio ou aço, que recebem tratamento térmico e por isso têm desgaste irrelevante pela injeção de cera, mesmo após milhões de peças fabricadas. Os modelos injetados são extraídos de forma automática e são resfriados com a utilização de gabaritos mecânicos, garantindo

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Governo propõe “simbiose” às montadoras

Nesta quinta (18), ocorreu o Simea (Simpósio da Engenharia Automotiva), promovido pela AEA. O evento recebeu Margarete Gandini, atual coordenadora de fiscalização de regimes automotivos do Ministério da Economia, como presidente de honra. É a primeira vez que uma mulher assume esse papel no evento, que já ocorre há 29 anos. Como a descarbonização dos meios de transporte e mobilidade é o principal assunto da atualidade, Gandini abriu o evento apontando a necessidade de uma “simbiose” entre o governo e a indústria automotiva. Se por um lado, o governo depende dos avanços tecnológicos do setor para avançar nas metas de descarbonização, por outro lado a indústria automobilística precisa de políticas públicas efetivas que favoreçam seu desenvolvimento. Leia também: Avanço da mobilidade elétrica no Brasil é ameaçada por novos impostos “O governo não produz carros e, portanto, precisa do suporte da indústria automotiva para desenhar políticas efetivas pela descarbonização do transporte

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Alta dos combustíveis motiva motoristas a adotarem o GNV

zA alta dos combustíveis vem motivando os motoristas a converter os carros para Gás Natural Veicular (GNV). Só no primeiro semestre de 2022, 70 mil carros adotaram a mudança – número 74% maior do que o mesmo período em 2020. É comum existir uma certa resistência à utilização deste tipo de combustível por conta do risco de explosão. Entretanto, segundo Aquiles Pisanelli, presidente da Associação Nacional dos Organismos de Inspeção (Angis), “Todos os acidentes em carros com sistemas GNV aconteceram, comprovadamente, em veículos que estavam em situação irregular e sem as inspeções periódicas em dia” Conforme alertado pela Angis e pelo Sindicato das Empresas de Inspeção Veicular do Estado de São Paulo (Sivesp), dos cerca de 3 mil carros que abasteceram em 37 diferentes postos, 70% nunca fizeram a inspeção inicial obrigatória e nem qualquer verificação periódica de regularidade. Além disso, 8% contavam com licenciamento ou inspeção atrasados por no

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Países da União Europeia debatem aumento do prazo para o fim dos motores a combustão

Conforme determinado pela União Europeia, 2035 é o ano limite para a produção de veículos a combustão. Porém, a corrida da eletrificação, apesar de acirrada, ainda enfrenta diversos obstáculos. Por isso, a Bulgária, Itália, Portugal, Romênia e Eslováquia vêm pedindo que a questão seja tratada com mais cautela, e que esta data seja adiada. Os países solicitam que a UE reduza 90% das emissões até 2035, alcançando a redução total (100%) em 2040, enfatizando que as políticas climáticas devem levar em consideração a situação financeira de cada nação e de sua respectiva população. A meta de abolição dos motores a combustão para 2035 foi uma escolha estratégica da UE, pois a meta final é zerar as emissões líquidas até 2050, onde é previsto que os veículos a combustão vendidos até 2035 já tenham saído de circulação. Apesar da pressão, não existe uma legislação que obrigue os países a seguirem estas

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Dia do Automóvel: como peças microfundidas revolucionaram o segmento

Dia 13 de maio é o Dia do Automóvel – uma invenção que revolucionou o estilo de vida do mundo todo – mesmo daqueles que não possuem um veículo próprio. Os automóveis de passeio estão presentes nas viagens a lazer, nas idas ao mercado, lojas e shoppings, na visita de entes queridos, na ida ao trabalho, entre outros usos particulares, mesmo que feitos através de táxis, veículos alugados ou de aplicativos. O caminhão foi uma invenção que aumentou exponencialmente a distribuição de bens de consumo, desde produtos alimentícios como remédios, eletrodomésticos e vestuário, como insumos para a indústria de base. Já o ônibus possibilitou o transporte de pessoas em massa, seja para colaborar com a mobilidade de centros urbanos, seja para cobrir grandes distâncias com maior segurança, conforto e economia. Novos negócios e empregos surgiram: taxistas, motoristas de aplicativo ou de viações, mecânicos e serviços especializados de todo tipo –

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SUVs: compactos, mas gigantes no mercado

Desde seu surgimento com a EcoSport, o segmento de SUVs tem conquistado o coração dos brasileiros e vem provando ser uma tendência não só no Brasil, como no mundo. A Range Rover Evoque, grande sensação por seu design impecável, chamou a atenção do mundo todo e impulsionou ainda mais a procura por SUVs compactos. Mesmo quem não tem poder aquisitivo para uma Land Rover, busca algum modelo de carroceria similar, inspirado pela Evoque. O lançamento mais recente da categoria foi o Fiat Pulse, anunciado no Big Brother Brasil e angariando milhares de vendas rapidamente. A próxima sensação será da Ferrari, que já prometeu revelar o primeiro SUV da marca em breve: o inédito e já famoso Purosangue. É claro que por questões de gosto e necessidade, os outros tipos de carroceria não cairão em desuso. Porém, é certo que os SUVs vão permanecer por um bom tempo como preferidos, por

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