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Guia Técnico

Materiais Didáticos Fupresa

Pensando sempre na formação de profissionais da área de engenharia química, mecânica e de processos, a Fupresa desenvolve e disponibiliza conteúdo técnico relacionado aos diversos processos fabris voltados à metalurgia de peças industriais. Estes documentos são baseados em boas práticas industriais, conhecimento acadêmico de profissionais com extrema expertise de mercado e renomada atuação.

FUNDIDOS versus FORJADOS

COMPARAÇÃO

Para melhor entendimento das principais diferenças entre os processos de fundição e forjamento, a Fupresa preparou um estudo comparativo.

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LIMITAÇÕES E CONSIDERAÇÕES

Projeto de peças sinterizadas

A primeira consideração a ser feita é que as peças de aço originalmente projetadas para serem produzidas pelos métodos metalúrgicos convencionais dificilmente podem ser produzidas por sinterização sem modificações.

Para extrair as máximas vantagens do processo de sinterização (alta precisão dimensional e excelente acabamento superficial) é necessário projetar adequadamente as modificações a serem introduzidas na peça em si em função das limitações que a própria operação de compressão (operação fundamental do processo) impõe.

A técnica de sinterização (metalurgia do pó) se adapta bem aos itens com formas que não apresentem grandes variações nas dimensões das secções transversais. Do mesmo modo, cantos e ângulos vivos, paredes muito finas e particularidades semelhantes devem ser evitadas, porque o pó, sob a ação da pressão, não escoa como os líquidos, o que impede o preenchimento adequado das reentrâncias nas cavidades das matrizes.

Projetista do Produto deve ter em mente uma série de regras que restringem a liberdade no projeto das peças sinterizadas e deve considerar a obrigatoriedade de usinagem suplementar no caso do produto acabado assim o exigir.

Tais regras podem ser resumidas conforme abaixo:

  • Evitar formas e contornos da peça que impeçam sua retirada da matriz. Furos laterais, ângulos reentrantes, roscas, etc., são impossíveis de moldar. Estas particularidades geométricas do produto, se realmente necessárias, só podem ser obtidas por usinagem suplementar;

  • Evitar paredes finas, cantos vivos e particularidades semelhantes que, dificultando o escoamento do pó na matriz, criam problemas que encarecem demais a produção e originam material com características físicas deficientes.Estas particularidades geométricas do produto, se realmente necessárias, só podem ser obtidas por usinagem suplementar;
  • Evitar alterações abruptas da espessura das paredes uma vez que durante a sinterização podem provocar empenamento e densidade desuniforme, implicando no refugo das peças. Estas particularidades geométricas do produto , se realmente necessárias, só podem ser obtidas por usinagem suplementar;

  • Selecionar a liga dentro do “cardápio” que é bastante limitado em função da pequena variedade de pós metálicos disponíveis;

UM GUIA DO PROCESSO DE MICROFUSÃO

GUIA DE PROJETOS

A Fupresa preparou um guia completo direcionado ao profissional de engenharia. Este guia possui informações técnicas, definições e conceitos valiosíssimos para o conhecimento do processo de microfusão e suas possibilidades.

Guia Técnico

Quadro Comparativo

Processo
Custo Molde
Custo Peça
Opções Liga
Liberdade Design
Capacidade Volume
Conicidade Saída
Controle Tolerância
Faixa Tamanho
Acabamento Superficial
Espessura Parede
Prazo Desenvolvimento
Microfusão
Médio
Alto
Muitas
Alto
Qualquer
Não
Fino
Até Médio
Bom
Pequena
Médio
Forjamento
Alto
Baixo
Poucas
Baixo
Alto
Sim
Grosseiro
Pequeno
Médio
Média
Longo
Sinterização
Alto
Baixo
Algumas
Baixo
Alto
Não
Finíssimo
Pequeno
Ótimo
Pequena
Longo
Fundição em areia
Baixo
Baixo
Muitas
Baixo
Qualquer
Sim
Grosseiro
Qualquer
Grosseiro
Média
Longo

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