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Confira nesta seção os nossos artigos voltados ao mercado de Microfusão, peças fundidas e metalurgia.
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Carro permanece em alta mesmo com a queda no desejo em possuir um

Principalmente em grandes centros, onde existem mais alternativas de mobilidade, o desejo em possuir um veículo é cada vez menor. Os altos custos de manutenção, abastecimento e estacionamento são motivos suficientes para muitos usuários não enxergarem necessidade de posse. Entretanto, o carro continua em alta, podendo ser utilizado de variadas formas. Com o surgimento e otimização de aplicativos de transporte como a Uber, novos horizontes se abriram para a mobilidade urbana. A assinatura de veículos é um modal com forte tendência para o Brasil, mas não é a única: vem chegando o carsharing, onde são disponibilizados pela cidade pontos com veículos elétricos que podem ser utilizados e devolvidos no mesmo local (round trip) ou em pontos diferentes (one way trip). Por sofrer grande desvalorização no decorrer do tempo, as novas maneiras de usufruir de um veículo se mostram muito vantajosas – talvez até mesmo para motoristas profissionais.

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Brasil conta com o primeiro carro elétrico 100% nacional

Com a promessa de ser o mais barato do mercado, o Wee é um veículo projetado para uso urbano e possui apenas dois lugares e três rodas. Desenvolvido pela Kers, microempresa que nasceu no Paraná como um Centro de Tecnologia Automotiva, o modelo foi apresentado pela primeira vez em 26 de novembro. Contando com direção semiautônoma e capaz de atingir 100km/h com economia de 80% em abastecimento e manutenção, o Wee é produzido em aço estampado e requer 8 horas de carga, possuindo autonomia de 200 km. O valor estimado é de R$95 mil. Atualmente, o veículo eletrificado mais barato no Brasil é o E-JS1, da JAC Motors: Possui autonomia superior, de 300km, porém custa quase R$160 mil. Segundo declaração da fabricante, o intuito não é competir com grandes montadoras. Com apoio da Unioeste, a Kers instalará sua fábrica no parque industrial de Maringá e a previsão de lançamento é

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É oficial: as feiras automotivas estão de volta

Salão do Automóvel Para quem já estava com saudade do Salão do Automóvel, temos boas notícias: o evento já está com data marcada para o dia 6 de agosto de 2022, no Autódromo de Interlagos. A nova edição contará com experiências off-road, test-drives e palestras sobre mobilidade, além de, é claro, a exposição de veículos. Tradicionalmente feita no final do ano, a feira precisou ser antecipada para não coincidir com o GP de Fórmula 1, que deve acontecer no autódromo em outubro e novembro. Fenatran A Fenatran, igualmente adiada por conta do contexto pandêmico, está marcada para 16 a 20 de novembro de 2022, no São Paulo Expo. Em sua programação está, entre outros, o test-drive virtual e interativo com possibilidades de incluir experiências presenciais pelo Fenatran Experience. Automec Já a Automec, muito esperada por ter um histórico de sucesso, sendo referência na América Latina, teve sua 14ª edição em

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Futuro da mobilidade verde: Carros elétricos ou a hidrogênio?

A corrida entre as soluções eletrificadas e a hidrogênio estão acirradas. Dia após dia as montadoras surgem com novidades sobre o desenvolvimento de tecnologias que diminuem o impacto ambiental do setor automobilístico e ainda não está claro qual das alternativas virá a ser a mais eficiente (e viável). Algumas personalidades relevantes do segmento já tomaram seu partido: Herbert Diess,  CEO do Grupo Volkswagen, declarou em seu twitter: “Está provado que o carro a hidrogênio NÃO é a solução para o clima. No transporte, a eletrificação prevaleceu. Debates falsos são uma perda de tempo. Por favor, ouça a ciência!” Já Jürgen Guldner, vice-presidente da BMW, está a frente do desenvolvimento da tecnologia verde da empresa e tem uma visão mais imparcial: “Já que o futuro é de emissões zero, acreditamos que ter duas respostas é melhor do que uma” E você, apostaria em qual solução?

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Avanço da mobilidade elétrica no Brasil é ameaçada por novos impostos

A bolha que defende o avanço da mobilidade elétrica no Brasil está prestes a estourar. Desde 2015, os brasileiros desfrutam de um mercado de carros elétricos com isenção de taxa na importação – porém, isso está próximo de acabar. A Lista Nacional de Exceções À Tarifa Externa Comum (TEC) – documento responsável por ditar as alíquotas de imposto pertinentes a todos os países do Mercosul – contém, graças à decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), onde foi definido em até 7% o imposto de importação para carros movidos exclusivamente a eletricidade ou hidrogênio. Porém, a medida que já vigora a 6 anos está prestes a vencer em dezembro. Caso o Conselho de Mercado Comum (CMC) não a renove, as alíquotas subirão para incríveis 35%, o que será um banho de água fria no mercado que vem se aquecendo através do investimento pesado de

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SP volta atrás e reduz ICMS de carros usados e eletrificados

Medidas visam aquecer o mercado e entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022 Depois do polêmico aumento da alíquota do imposto para transações com carros usados ocorrido em outubro de 2020, o governo do estado de São Paulo “faz as pazes” com o segmento automotivo ao anunciar, nesta quarta-feira, 29, o retorno ao valor original para veículos usados, além da diminuição do tributo de eletrificados. Relembrando Veja também: http://fupresa.hospedagemdesites.ws/blog/2021/01/23/revendas-vao-a-justica-e-as-ruas-contra-o-aumento-do-icms-em-sao-paulo-automoveis-mobilidade-industria-automotores/ Em outubro, o ICMS de veículos usados subiu de 1,8% para 5,3%, representando um aumento de 207%. A mudança gerou revolta, e manifestações contra a medida se desdobraram em todo o Estado. Depois de tantas reclamações, em abril o índice foi para 3,9% e a partir de 2022 voltará a 1,8%. A novidade é celebrada por toda a categoria, pois afeta tanto as concessionárias como os consumidores, aquecendo o mercado. Outras medidas anunciadas no dia 29 foram

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“Netflix dos veículos” se torna aliada da mobilidade elétrica no Brasil

Diversas montadoras já estão apostando no serviço de assinatura de veículos. Apesar de existirem poucas opções no Brasil, a demanda por carros elétricos é crescente. A tendência da mobilidade elétrica enfrenta obstáculos de custo que podem ser contornados, por ora, através de serviços de assinatura. Segundo Ricardo Bacellar, sócio líder para a indústria automotiva da KPMG, a assinatura de veículos “Pode ser uma entrada porque diminuiu a percepção de custo de aquisição e ajuda a atingir um volume significativo de vendas, o que poderia viabilizar e facilitar a produção local.” De acordo com a SAE Mobilidade 2021 – pesquisa realizada pela KPMG em parceria com a SAE Brasil e apoiada pela Anfavea, cerca de 90% dos entrevistados gostariam de adquirir veículos elétricos e híbridos, e desejam mais opções à disposição. Além disso, grande parte dos respondentes estão abertos a novos conceitos de mobilidade, alternativos à compra de veículos. Várias montadoras

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O Talibã pode balançar o mercado de carros elétricos

Muito tem se falado sobre o Afeganistão nos últimos dias por conta do retorno do Talibã – grupo extremista anteriormente deposto pelo exército americano, que está causando um desequilíbrio geopolítico e humanitário grave. Por possuir reservas minerais – entre elas, o lítio usado nas baterias – que somadas representam um montante de US$ 1 trilhão, surgiu o questionamento sobre como (e se) ocorrerão as exportações do material. Apesar de a China ser a maior produtora mundial de lítio, a crescente tendência para carros elétricos pressupõe um aumento na demanda do metal – segundo a Agência de Energia Internacional, será uma alta no consumo de lítio de 40% até 2040. A preocupação consiste na abertura para negócios no longo prazo, uma vez que os países Chile, Austrália e Argentina também possuem grandes reservas do metal. No encalço deste tema, foi anunciada recentemente a produção australiana dos primeiros protótipos comerciais de baterias

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Saiba tudo sobre as soluções de mobilidade utilizadas nas Olimpíadas de Tóquio

Com a meta de que esta seja a Olimpíada de menor emissão de poluentes da história, o Comitê Olímpico firmou parceria com a Toyota – fabricante de automóveis japonesa – para assumir os desafios de mobilidade e prover o transporte necessário durante os Jogos de forma sustentável e inteligente. Totalizando 3.700 veículos para transportar 11.500 atletas e outras 79 mil pessoas (entre equipes de apoio e staff), a Toyota conta com 90% da frota composta por veículos elétricos. Confira as soluções elétricas apresentadas pela montadora: Sora O Sora é um modelo de ônibus elétrico capaz de transportar 78 pessoas, por meio de células de combustível movidas a hidrogênio – responsável por produzir eletricidade. Apesar de ser uma alternativa carbono-zero, a tecnologia não é 100% limpa – o gás de hidrogênio utilizado para abastecer o veículo é extraído da natureza. O modelo é automatizado, contando com sensores inteligentes que advertem o

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Corrida da descarbonização: agora nas pistas de automobilismo

A escalada da descarbonização no mundo tem impactado de modo preponderante o setor automotivo, onde tanto a propulsão quanto a matéria prima e processos utilizados para a fabricação dos veículos estão sendo reinventados. Neste contexto, o impacto climático tem sido um desafio para o esporte: como sustentar o automobilismo neste cenário? Por se tratar de uma prática de entretenimento que acarreta emissão de CO2, as competições automobilísticas entraram em declínio nos últimos tempos. Porém, ao levarmos em consideração que as pistas de corrida funcionam como grandes laboratórios onde frequentemente surgem inovações para a mobilidade do dia-a-dia, é possível visualizar uma janela para a continuidade deste esporte. Diversas categorias iniciaram as apostas para alcançar a sustentabilidade através de inovação tecnológica e estratégias que adaptam a competição ao compromisso ambiental. Soluções como combustível feito a partir de resíduos biológicos, reciclagem de rejeitos plásticos, além de aperfeiçoamento do automobilismo a partir da eletrificação

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