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Confira nesta seção os nossos artigos voltados ao mercado de Microfusão, peças fundidas e metalurgia.
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ESG é pauta permanente para o setor automotivo

Com o crescimento do e-commerce ao redor do mundo, as frotas corporativas dos mais diversos segmentos têm ganhado cada vez mais volume, o que aumenta proporcionalmente o impacto da operação logística no meio-ambiente. Entretanto, a agenda ESG (sigla em inglês para Governança Ambiental, Social e Corporativa) veio para ficar e demonstra ser uma pauta definitiva para qualquer atuação do segmento automotivo, o que leva todo o setor a investir em estratégias mais sustentáveis. E é claro que quando se fala em mobilidade sustentável, a bola da vez é a eletrificação. Confira a seguir alguns exemplos de empresas que estão investindo na modernidade: – 99 cria incentivo para motoristas que adotarem veículos elétricos – Unidas faz aporte para compra de R$370 milhões em veículos elétricos – IFood investe em incentivos para entregadores adotarem motos elétricas – Amazon investirá € 1 bilhão para eletrificar sua frota de entregas na Europa – Mercado

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Geração Z acelera mudança nas montadoras pela sustentabilidade

Pessoas nascidas entre 1995 a 2010, chamadas de geração Z, são jovens altamente conscientes sobre seus hábitos de consumo, criando, portanto, um estilo de vida muito conectado com as questões socioambientais. Estes jovens consumidores têm seus valores e princípios como principal fator para tomar uma decisão de compra, preferindo, inclusive, pagar mais caro para consumir produtos e serviços de marcas mais ecofriendlys. Com isso, o mercado já começa a sentir o impacto de uma demanda altamente sustentável, que só tende a crescer. Falando do segmento automotivo, a parcela de compradores que estariam dispostos a pagar mais por veículos mais sustentáveis ainda representa apenas 1/3, constituída essencialmente por jovens adultos. Isso é o que indica a pesquisa realizada pela Simon-Kucher & Partners. O intitulado Estudo Global de Sustentabilidade 2022, aconteceu entre julho e agosto e ouviu 1.003 consumidores norte-americanos. Levando em conta que as gerações passadas têm menor interesse pelas questões

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Elon Musk deixa montadoras em sinuca de bico após compra do Twitter

Você provavelmente já ficou sabendo que o Elon Musk comprou a rede social Twitter. Após muita polêmica, o CEO da Tesla fechou o negócio de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 235 bilhões). Entretanto, a compra da big tech não impacta somente os usuários, mas também as empresas que se comunicam através dela – o que inclui as montadoras. Frente a essa aquisição, restam duas opções: Seguir investindo em publicidade paga no Twitter, o que significa “dar dinheiro” para o concorrente; Cessar as atividades no Twitter, perdendo um canal de comunicação de alta relevância na atualidade. O que você escolheria? Algumas montadoras já fizeram os seus primeiros posicionamentos – confira a seguir: Montadoras que decidiram suspender a publicidade paga no Twitter: Grupo Volkswagen (responável pela Volkswagen e Audi) General Motors Montadoras que seguirão com a publicidade paga no Twitter: Stellantis (responsável pela Jeep, Dodge, Chrysler e Ram) Ford Motor Co

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A janela de negócios da indústria automotiva brasileira está fechando?

Com a crescente onda de eletrificação dos veículos, é comum pensar que já não existe espaço para as fábricas de motores a combustão. Entretanto, ainda existe uma janela de negócio a qual o Brasil pode tirar vantagem. Enquanto o motor a combustão cai em desuso em países desenvolvidos, os países que ainda produzem veículos “à moda antiga” recorrem ao Brasil, que há décadas domina a manufatura de motores para veículos movidos a combustíveis fósseis. Apesar de lucrativo (por ora), é um sinal de que o Brasil ainda está muito atrasado no processo de eletrificação, que vem avançando a todo vapor pelo mundo – ou melhor, a toda corrente elétrica. De um modo ou de outro, a indústria automotiva brasileira deve aproveitar esse momento para ganhar fôlego, enquanto o Brasil não define quais caminhos adotará rumo à energia limpa, para que possa ser resiliente frente às futuras mudanças. Por mais confortável

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Aumento na demanda de caminhões no mercado nacional aquece a indústria de fundição

Com agosto batendo alta de +8,61% na venda de caminhões em relação ao mês anterior, a demanda por peças para sistema de câmbio e motor aumentou proporcionalmente. A Fupresa tem acompanhado essa curva, fornecendo componentes de alta complexidade, com tratamentos térmicos e até mesmo contando com montagem de conjuntos com microfundidos. Além de atender os principais fabricantes de caminhões, oferece excelência em peças e componentes microfundidos de alta complexibilidade para os segmentos de automóveis, motocicletas, máquinas agrícolas, alimentos, máquinas industriais, hospitalar, construção civil, armas leves e segurança, além de projetos personalizados, sendo uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, Conheça as vantagens exclusivas: Veja também: 3 motivos para escolher a Fupresa

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Conheça a tecnologia alemã que transforma um motor a diesel em um elétrico

O Cetrax 2 é um cubo metálico de 390 quilos que, com diversos conectores e um câmbio de três marchas, é capaz de converter um caminhão a diesel em um veículo elétrico. O kit pode ser adaptado a diversos caminhões, novos e antigos, com capacidade de carga entre 7,5 e 44 toneladas. Com 415cv e torque instantâneo, o Cetrax 2 requer baixa manutenção: só após muitos anos de uso que é recomendado realizar a troca do óleo refrigerador da caixa de câmbio. Apesar de mais pesado, a possibilidade de eletrificação oferece uma viagem silenciosa e sem emissão de fumaça. A proposta, além de uma solução para o consumidor final, pode ser uma alternativa econômica para montadoras, pois permite que os caminhões a combustão e elétricos sejam produzidos na mesma linha de montagem. A Fupresa atua como principal fornecedora de peças e componentes microfundidos para as mais conceituadas empresas fabricantes de

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3 motivos para escolher a Fupresa

A Fupresa S/A é uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, oferecendo excelência em peças e componentes microfundidos de alta complexibilidade para os segmentos de automóveis, motocicletas, caminhões, máquinas agrícolas, alimentos, máquinas industriais, hospitalar, próteses, construção civil, armas leves e segurança, além de projetos personalizados. Com um parque industrial de 9.500 m2, a fábrica possui capacidade de produção de 1.000.000 de peças acabadas/mês, sendo estas microfundidas, usinadas, testadas e preparadas para entrega, todas com padrão de qualidade capaz de atender os mercados mais exigentes do mundo. Tecnologia de ponta O processo de injeção conta com máquinas injetoras importadas de última geração e moldes fabricados em alumínio ou aço, que recebem tratamento térmico e por isso têm desgaste irrelevante pela injeção de cera, mesmo após milhões de peças fabricadas. Os modelos injetados são extraídos de forma automática e são resfriados com a utilização de gabaritos mecânicos, garantindo

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Governo propõe “simbiose” às montadoras

Nesta quinta (18), ocorreu o Simea (Simpósio da Engenharia Automotiva), promovido pela AEA. O evento recebeu Margarete Gandini, atual coordenadora de fiscalização de regimes automotivos do Ministério da Economia, como presidente de honra. É a primeira vez que uma mulher assume esse papel no evento, que já ocorre há 29 anos. Como a descarbonização dos meios de transporte e mobilidade é o principal assunto da atualidade, Gandini abriu o evento apontando a necessidade de uma “simbiose” entre o governo e a indústria automotiva. Se por um lado, o governo depende dos avanços tecnológicos do setor para avançar nas metas de descarbonização, por outro lado a indústria automobilística precisa de políticas públicas efetivas que favoreçam seu desenvolvimento. Leia também: Avanço da mobilidade elétrica no Brasil é ameaçada por novos impostos “O governo não produz carros e, portanto, precisa do suporte da indústria automotiva para desenhar políticas efetivas pela descarbonização do transporte

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Alta dos combustíveis motiva motoristas a adotarem o GNV

zA alta dos combustíveis vem motivando os motoristas a converter os carros para Gás Natural Veicular (GNV). Só no primeiro semestre de 2022, 70 mil carros adotaram a mudança – número 74% maior do que o mesmo período em 2020. É comum existir uma certa resistência à utilização deste tipo de combustível por conta do risco de explosão. Entretanto, segundo Aquiles Pisanelli, presidente da Associação Nacional dos Organismos de Inspeção (Angis), “Todos os acidentes em carros com sistemas GNV aconteceram, comprovadamente, em veículos que estavam em situação irregular e sem as inspeções periódicas em dia” Conforme alertado pela Angis e pelo Sindicato das Empresas de Inspeção Veicular do Estado de São Paulo (Sivesp), dos cerca de 3 mil carros que abasteceram em 37 diferentes postos, 70% nunca fizeram a inspeção inicial obrigatória e nem qualquer verificação periódica de regularidade. Além disso, 8% contavam com licenciamento ou inspeção atrasados por no

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