Autor: admin

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Paradoxos da evolução tecnológica do setor automobilístico

A importância do avanço tecnológico é inegável – e sua evolução, irrefreável. Porém, existem algumas consequências negativas nas novidades do setor automobilístico que demandam a busca de novas soluções. 1.Novo desafio ambiental Com a substituição de veículos à combustão por elétricos, surge um novo problema ambiental: as baterias elétricas, que geram lixo eletrônico. Muitos componentes são tóxicos e não recicláveis, demandando um descarte específico. No Brasil, em especial, onde apenas 3% do lixo eletrônico é descartado corretamente, o problema exige atenção. As fontes de geração de energia também precisam ser limpas, ou a tecnologia pode se tornar insustentável. 2. Desemprego tecnológico O desemprego tecnológico é uma tendência para qualquer segmento, e no caso do setor automobilístico, virá a afetar tanto os operadores nas fábricas, quanto profissionais que geram renda como motoristas. Para países em desenvolvimento, é um fator preocupante em relação à oferta de mão de obra, que deve ser

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Volkswagen Way to Zero – a missão de se tornar zero carbono até 2050

Em sua primeira convenção Way to Zero, a Volkswagen apresentou a estratégia por trás do plano de conquistar o título de empresa de balanço neutro em termos de CO2, até 2050. Segundo a empresa, um pacote de medidas será adotado, atuando em diversas frentes: Nas plantas de fábrica A previsão é de que, até 2030, todas as plantas do grupo no mundo, com exceção da China, passem a operar 100% com eletricidade verde. Na geração de energia Além de investir em energia eólica e solar, a Volkswagen está colaborando com a construção da maior usina solar independente da Alemanha, tendo a capacidade total de 170 milhões de kW/h por ano. Na produção No processo de fabricação, incluindo toda a cadeia de suprimentos, o foco será a eficiência energética e a utilização de eletricidade verde. Os novos projetos terão como critério fundamental a questão do CO2, inclusive na escolha de fornecedores.

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Expansão dos carros elétricos no Brasil e no mundo

Os carros elétricos representam o futuro da mobilidade, trazendo um significativo salto em questões ambientais e de eficiência. No final de março deste ano, o Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica fez sua primeira edição, trazendo o panorama dos veículos elétricos no Brasil e no mundo. Panorama global Em 2019 foram contabilizados 7,2 milhões de carros elétricos em circulação no mundo, sendo a China o país com a maior frota – 3,4 milhões de veículos – seguido por Europa, com 1,7 milhão e Estados Unidos, com 1,5 milhão. Porém, este número representa apenas 1% da frota global. Crescimento no Brasil Os primeiros automóveis de passeio com propulsão elétrica chegaram às estradas brasileiras em 2007, porém de forma tímida – segundo o Denatran, apenas 8 veículos foram licenciados naquele ano. A frota apenas apresentou um grande crescimento a partir de 2017, e no ano de 2019 chegou à marca de 22,9 mil

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2028 é a nova promessa para veículos voadores

Foi lançada a nova expectativa da chegada de carros voadores: 2028. Esta tecnologia é uma promessa à humanidade há tempos. Será que estamos perto de obtê-la? A Hyundai e a Uber Elevate estão em parceria no desenvolvimento de veículos voadores. Segundo o vice-presidente da montadora, Ricardo Augusto Martins, eles apostam no transporte aéreo “como solução ainda mais inteligente para as cidades e sustentável para o meio ambiente”. Numa declaração durante o Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea) 2021, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Martins revelou que a Hyundai vem acompanhando o avanço da sociedade e tecnologias, e que, com a saturação do mercado automotivo em iminência, somente a inovação do conceito de mobilidade poderá solucionar e suprir a sociedade e o ecossistema. A companhia acredita na sociedade 5.0, um conceito que busca a tecnologia como meio de melhoria de vida das pessoas e maior inclusão. Dentro deste

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Microfusão CGP – fundição inteligente para o seu negócio.

Sendo o processo de fundição mais antigo que se tem conhecimento, a microfusão vem sendo aperfeiçoada desde a Era do Bronze, há cerca de 4000 anos A.C. Atualmente, é vista como uma maneira econômica para a fabricação componentes metálicos que exigem alta precisão dimensional e/ou acabamento impecável, onde as operações de usinagem são reduzidas ou eliminadas. Na Fupresa, é adotado o processo de microfusão CGP (vazamento por contra gravidade), que se diferencia de outros métodos por proporcionar a fabricação de peças complexas, permitindo ao idealizador do projeto maior liberdade de criação e design, além de contar com elevada qualidade de replicação. Veja algumas vantagens: Permite paredes extremamente finas (a partir de 1mm); Possibilita adoção de formas geométricas complexas; Redução da necessidade de usinagem; Peças com maior resistência e durabilidade; Aumento do número de peças por molde; Melhor aproveitamento do metal vazado; Economia substancial de energia; Fundição de alta precisão dimensional;

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Falta de componentes é o principal obstáculo das montadoras

A escassez global no fornecimento de componentes eletrônicos tem dificultado cada vez mais a operação das montadoras. Os processadores e módulos eletrônicos, cada vez mais presentes nos veículos atuais, dependem de chips semicondutores importados; que além de terem sua fabricação reduzida no início da pandemia, tiveram seu fornecimento deslocado para outras categorias, como eletrodomésticos e smartphones, deixando o setor automotivo em falta. As notícias de paralisação por falta de componentes não param. A Honda, em Sumaré (SP), fará sua segunda parada na produção do Honda Civic em março. Ela foi a primeira a anunciar parada por baixa nos estoques, porém a produção de outros modelos como Fit, City e HR-V, na fábrica de Itirapina (SP), continua sem interrupções até o momento. Já na General Motors, abaixa nos estoques chegou a atingir o carro mais vendido do Brasil, o Chevrolet Onix. A fábrica em Gravataí (RS) vai interromper as operações dando

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“Produção de veículos começa o ano com crescimento de 4,2% #Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores ”

A ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores divulgou o relatório mensal referente ao primeiro mês do ano e os resultados revelam um crescimento de 4,2% na produção de veículos em relação a janeiro de 2020. Segundo , Luiz Carlos Moraes, presidente da Associação, o segmento é um dos mais seguros do país, por vigorar apesar de tantas contrapartidas. “Somos exageradamente tributados, pouco incentivados e geramos retornos espetaculares ao país sob todos os ângulos de análise”, afirmou Luiz em coletiva de imprensa. Segundo ele, a pesada tributação acaba anulando as desonerações, afetando fortemente a competitividade da indústria. Pouco a comemorar Apesar de a produção ter crescido sobre janeiro de 2020 em 4,2%, com o número de 199,7 mil unidades, a porcentagem em relação a dezembro não é muito animadora: recuou 4,6%. As exportações se comportaram da mesma forma: 25 mil unidades embarcadas, batendo um crescimento de 21,9% sobre

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“Revendas vão à justiça e às ruas – contra o aumento do ICMS em São Paulo #Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores ”

Desde o início do ano, organizações correlatas aos distribuidores e fabricantes de veículos vêm protestando contra o aumento do ICMS em São Paulo. Argumenta-se que o aumento pode desencadear uma onda de fechamento de lojas e demissões em massa, que, em estimativa, podem afetar até 50 mil trabalhadores no setor. A Fenabrave manifestou-se em nota de repúdio: “vai custar ao Estado de São Paulo milhares de postos de trabalho, falências de empresas e aumento de preços ao consumidor, além de promover queda na arrecadação, podendo causar danos irreversíveis ao setor e à economia paulista […] Para evitar este cenário, as entidades tomarão todas as medidas judiciais cabíveis para reverter essa decisão arbitrária, que transforma na prática o ICMS em um tributo com efeito de confisco, o que é vedado expressamente pela Constituição Brasileira”. Atualmente existem 1,7 mil concessionárias e 12,5 mil revendas no estado, que totalizam cerca de 371 mil

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“Os automóveis particulares vão acabar? #Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores ”

Ousa quem fala que no Brasil o automóvel tem data de validade, pautado nas tendências de transporte público e até mesmo no encarecimento do carro. Hoje, falaremos sobre como o país recebe esse mercado e como lidará com ele no futuro. Segundo uma pesquisa realizada pelo DENATRAN, o número de carros não para de crescer no país. Com o aumento da frota, o Brasil já tem um automóvel para cada 4,4 habitantes. Há 10 anos atrás, a proporção era de 7,4 habitantes por carro. Contudo, se comparado à países desenvolvidos, ficamos para trás: Nos Estados Unidos, há 1,2 habitante para cada carro em circulação; e na Alemanha tem 1,7 habitante/carro. Mesmo estando atrasado perante às outras nações, vemos que o brasileiro tem uma relação positiva com o automóvel. Segundo uma pesquisa realizada pela Quatro Rodas, 73% dos participantes afirmaram que automóvel significa liberdade e 57% de que carro é uma paixão. Nas frases negativas, 82% discordavam

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Mercado nacional e as tecnologias de segurança veicular e assistência ao condutor #Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores ”

A indústria nacional tem buscado investir no desenvolvimento de tecnologias de segurança e de assistência aos condutores, devido à alta demanda por veículos mais seguros por parte dos consumidores. Segundo especialistas da Bosch: “Em uma pesquisa que fizemos com os consumidores, 93% consideram que a segurança é fator primordial”, afirma Michel Braghetto, gerente de marketing da divisão Chassis System Control da empresa. “Mais de 50% dos respondentes gostariam que seus veículos tivessem tecnologias de segurança e sistemas de assistência ao condutor.” Neste cenário, vê-se que no trânsito, 90% dos acidentes são ocasionados por falhas humanas. Seguindo a necessidade de reduzir esse índice, a Bosch conta, por exemplo, com o avançado sistema AEB (Frenagem Automática de Emergência, em português). A tecnologia de assistência ao condutor pode evitar 50% das colisões traseiras, explica Leimar Mafort, gerente de engenharia da divisão Chassis System Control. Ele afirma que a tecnologia tem conquistado espaço entre

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